ESTUDO 2 - MEDIUNIDADE E INCORPORAÇÃO

 

ESTUDO 2- MEDIUNIDADE E INCORPORAÇÃO

 

                 Este tipo é o mais comum e frequente. Segundo estudos no processo de incorporação, os guias ou entidades enviam fluídos sobre a parte mental, sistema nervoso e membros do médium, tanto superiores, quanto inferiores.

               Quando a mediunidade aflora, observa-se que os chacras apresentam maior luminosidade e vibração. O perispírito torna-se mais intenso me instala-se uma alteração no comportamento do sistema nervoso cérebro – espiritual que reage mais diretamente na glândula pineal e hipófise.

              “É, pois, através do sistema nervoso que o espírito executa suas atividades no mundo físico, havendo neles uma perfeita interdependência” (3). Em uma atividade mediúnica serão estes os centros estimulados pela espiritualidade que agira no perispírito do médium, ativado energeticamente no corpo astral e carnal. Desta forma, um transe mediúnico produz transformações em centros vitais do médium, atuando tanto no sistema circulatório, com aceleração da corrente sanguínea, quanto no sistema cerebral, através de um aumento da atividade dos circuitos cerebrais.

              Compreendendo como uma incorporação atua fluidicamente nos diferentes corpos do médium, entendemos a importância do preparo dos mesmos. Assim, torna-se imprescindível que o médium passe a zelar mais intensamente, tanto por sua saúde e perfeito equilíbrio orgânico, quanto pela “limpeza” do seu corpo astral, prática devidamente orientada por seu zelador de santo.            

 

 

 

Ilustração retratando os corpos do comunicante (guia) e médium e como ocorre a incorporação propriamente dita. Assunto do nosso próximo estudo.

Até lá, muito Aché

 

 

 

 

(3) Rachid, Jamil. A força mágica da mediunidade na Umbanda.

          Empresa jornalística Aruanda. 2ª Ed, p.51, 1985.

 

Kardec, Allan. O Livro dos Mediuns.

        Federação espírita Brasileira.